quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Até agora, desilusão

é com enorme tristeza que anuncio a minha desilusão com o meu novissimo Iphone 4S.... Após meses de expectativa para a compra do meu dito (bebé, como carinhosamente chamei nas primeiras horas...) eis que surgem os primeiros problemas. Primeiro, dificuldades em ligar ao Wi-Fi... Ok pode ser passageiro.
Depois, bateria. Ok, pode ser pq ainda não o carreguei vez nenhuma. Após o meu primeiro carregamento, é assombroso a perda de bateria mesmo sem qualquer uso de maior.
Esta tarde, a gota de água. Simplesmente não recebi mensagens ou chamadas. So após um reboot consegui retomar a actividade normal.
Em busca net fora, fui dar ao apple support, e claro, manifestei o meu enorme desagrado (não quero falar sempre em desilusão, pq é uma palavra tão... pesada, para algo que supostamente adoro tanto). Vou tentar uma solução que apresentam la e ja fiz um reset e segui todos os passos a ver o que dá dali.... Mas não tenho enormes expectativas, a verdade é essa.

I'll keep reporting...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Fashion by Kourtney Kardashian

Apetece-me aligeirar este blog e falar de uma paixão imensa, que muitas vezes, não sei como nem com quem partilhar. É certo que há pessoas fashion que vivem num mundo totalmente à parte do nosso, num planeta distante, em que crise e recessão não consta do dicionário. De qualquer forma, fico contente so de seguir as tendencias, especialmente aquelas que digo, "podia mesmo vestir isso!".
Nunca prestei grande atenção às Kardashian, aliás, so conhecia mesmo Kim Kardashian, já por si um icone. Mas eis que me deparo numa bela tarde de nada para fazer com o reality show do canal E! e espanto! Há vida para alem de Kim Kardashian! Espanto meu ao reparar que a "mommy" Kourtney tem um estilo apuradissimo e totalmente usavel! Portanto, tenho uma nova fã :)

Hoje a divagar enquanto não me apetece trabalhar e escrever (lol, sim) eis que me lembro que quero uns botins e ja agora, deixa-me tirar ideias em lojas caras.... www.aldo.com (so consigo ver a loja dos US) e deparo-me com esta replica LINDA de umas botas Chanel usadas pela referida KK :) Aqui ficam as fotos pq estou deliciada e até fiz o coment no blog da moça, claro que provavelmente ela nem vai ver :P

http://www.stylebistro.com/Celebrity+Clothes/articles/w42Gj4FJEeO/Kourtney+Kardashian+Dons+Chanel+Riding+Boots

Alternativa by Aldo

http://www.aldoshoes.com/us/women/boots/knee-high-boots/85910248-laughead/90

Embora não tenha aquela parte da frente engraçada em castanho. Tambem descobri outro site de alternativas "affordable" às ditas botas

http://www.kneeshoes.com/2011/09/04/affordable-alternatives-kourtney-kardashians-chanel-boots/

Hope you love it Dolls!

domingo, 3 de julho de 2011

Lost

Perdi-me no caminho, depois de lutar tanto por quem tomei como garantido para o meu futuro. Perdi-me neste caminho e fui deixando perder-te e não sei porque...

Perdoa-me *

Por só agora ter expressado o que acho que está acumulado há muito...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Distinguir o certo do errado

Não sou capaz de distinguir o que é certo para mim do que não é. Porque sei que amo, mas será este amor o certo? Quando o universo diz que não? Porque é que eu continuo a dizer sim? How wrong can I be?

Sei que o problema é meu... Mas não sou capaz de lidar com ele. Aquelas palavras maternas perseguem os meus dias e as minhas noites e invadem a minha já tão frágil paz.

Ilumina-me.

Porque sofro muito neste momento.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Fingir que está tudo bem

Fingir que está tudo bem: o corpo rasgado e vestido com roupa passada a ferro, rastos de chamas dentro do corpo, gritos desesperados sob as conversas: fingir que está tudo bem: olhas-me e só tu sabes: na rua onde os nossos olhares se encontram é noite: as pessoas não imaginam: são tão ridículas as pessoas, tão desprezíveis: as pessoas falam e não imaginam: nós olhamo-nos: fingir que está tudo bem: o sangue a ferver sob a pele igual aos dias antes de tudo, tempestades de medo nos lábios a sorrir: será que vou morrer?, pergunto dentro de mim: será que vou morrer?, olhas-me e só tu sabes: ferros em brasa, fogo, silêncio e chuva que não se pode dizer: amor e morte: fingir que está tudo bem: ter de sorrir: um oceano que nos queima, um incêndio que nos afoga.


José Luís Peixoto

Falar de vazio...

Sou incapaz de me/nos confrontar com a eminência da tua partida e com a incerteza do que somos/seremos NÓS...

Estou mais que vazia por dentro

Ich liebe dich *

domingo, 23 de janeiro de 2011

Medo, distâncias e silêncios..

Não tenho coragem para assumir que morro por dentro de pensar na ideia de ires embora...
Sou fraca e medrosa mas sou assim e sofro por este amor em que acredito e pelo qual luto há tanto tempo. Mas o medo toma conta de mim e rouba-me as palavras...

Fica comigo, todas as noites mais...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Amor

AMOR


Ouve. Há dias em que questiono os gestos mais simples. Respirar, o que é? Nesses dias, as metáforas fazem mais sentido do que beber um copo de água. O que é um copo de água? Um copo é feito de vidro e eu não sei de onde vem o vidro,
transparente e frágil, duro, excepto perante o chão, excepto perante uma pedra. Alguém lhe deu a forma de copo, esse conhecimento foi ensinado através de gerações, há estranheza em tudo isso: nesse alguém desconhecido, nessa distância. Depois, há a água, essa substância que chove, oposta ao fogo, que atravessa organismos provisórios. Há o próprio acto de beber, que é uma necessidade fisiológica. Em dias, como hoje, tudo isso é absurdo, falta-lhe sentido, e as metáforas têm muito mais lógica, crescem do ar, ateiam-se num mundo invisível. Se procuro razões, acredito que somos mais importantes do que a nossa pele. Somos mais importantes do que os nossos pulmões.

Os nossos cabelos ficam mortos na almofada, há vassouras a varrê-los no soalho. Para nomear aquilo que comunica entre nós, precisamos de metáforas. Sei que entendes o meu inverno, vejo-o no reflexo dos teus olhos e, no entanto, não são os teus olhos que vejo. Falo dos teus olhos apenas porque esta é a linguagem da nossa condição, da nossa espécie, mas aquilo que temos para dizer e nos une é muito maior e mais importante do que a nossa condição ou do que a nossa espécie.

Por exemplo, damos a mãos. O que importa realmente não são as nossas mãos, feitas de ossos que aprendemos nas aulas de biologia, mas sim uma âncora de oceano. Quando damos as mãos, somos um barco feito de oceano, a agitar-se sobre as ondas, mas ancorado ao oceano pelo próprio oceano. Pode estar toda a espécie de tempo, o céu pode estar limpo, verão e vozes de crianças, o céu pode segurar nuvens e chumbo, nevoeiro ou madrugada, pode ser de noite, mas, sempre que damos as mãos,
transformamo-nos na mesma matéria do mundo. Se preferires uma imagem da terra, somos árvores velhas, os ramos a crescerem muito lentamente, a madeira viva, a seiva. Para as árvores, a terra faz todo o sentido. De certeza que as árvores acreditam que são feitas de terra.

Por isto e por mais do que isto, tu estás aí e eu, aqui, também estou aí. Existimos no mesmo sítio sem esforço. Aquilo que somos mistura-se. Os nossos corpos só podem ser vistos pelos nossos olhos. Os outros olham para os nossos corpos com a mesma falta de verdade com que os espelhos nos reflectem. Tu és aquilo que sei sobre a ternura. Tu és tudo aquilo que sei. Mesmo quando não estavas lá, mesmo quando eu não estava lá, aprendíamos o suficiente para o instante em que nos encontrámos.

Aquilo que existe dentro de mim e dentro de ti, existe também à nossa volta quando estamos juntos. E agora estamos sempre juntos. O meu rosto e o teu rosto, fotografados imperfeitamente, são moldados pelas noites metafóricas e pelas manhãs metafóricas. Talvez outras pessoas chamem entendimento a essa certeza, mas eu e tu não sabemos se existem outras pessoas no mundo. Eu e tu declarámos o fim de todas as fronteiras e
inseparámo-nos. Agora, somos uma única rocha, uma única montanha, somos uma gota que cai eternamente do céu, somos um fruto, somos uma casa, um mundo completo. Existem guerras dentro do nosso corpo, existem séculos e dinastias, existe toda uma história que pode ser contada sob múltiplas perspectivas, analisada e narrada em volumes de bibliotecas infinitas.

Existem expedições arqueológicas dentro do nosso corpo, procuram e encontram restos de civilizações antigas, pirâmides de faraós, cidades inteiras cobertas pela lava de vulcões extintos. Existem aviões que levantam voo e aterram nos aeroportos interiores do nosso corpo, populações que emigram,
êxodos de multidões famintas. E existem momentos despercebidos, uma criança que nasce, um velho que morre. Dentro de nós, existe tudo aquilo que existe em simultâneo em todas as partes.

Questiono os gestos mais simples, escrever este texto, tentar dizer aquilo que foge às palavras e que, no entanto, precisa delas para existir com a forma de palavras. Mas eu questiono, pergunto-me, será que são necessárias as palavras? Eu sei que entendes o que não sei dizer. Repito: eu sei que entendes o que não sei dizer. Essa certeza é feita de vento. Eu e tu somos esse vento. Não apenas um pedaço do vento dentro do vento, somos o vento todo.

Escuta,
ouve.

Amor.

Amor.


José Luís Peixoto,
in Jornal de Letras (Junho, 2010)

quinta-feira, 1 de julho de 2010



The nicest thing

All I know is that you're so nice

You're the nicest thing I've seen

I wish that we could give it a go

See if we could be something

I wish I was your favourite girl

I wish you thought I was the reason you are in the world

I wish my smile was your favourite kind of smile

I wish the way that I dressed was your favourite kind of style

I wish you couldn't figure me out

But you always wanna know what I was about

I wish you'd hold my hand

When I was upset

I wish you'd never forget The look on my face when we first met

I wish you had a favourite beauty spot

That you loved secretly

'Cause it was on a hidden bitThat nobody else could see

Basically, I wish that you loved me

I wish that you needed me

I wish that you knew when I said two sugars,Actually I meant three

I wish that without me your heart would break

I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake

I wish that without me you couldn't eat

I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep

Look, all I know is that you're the nicest thing I've ever seen

And I wish that we could see if we could be something

Yeah I wish that we could see if we could be something

No meu íntimo estou triste, tão triste por este ciume que não sei em que se fundamenta mas no fundo sei absolutamente porque existe. Hoje tenho de novo o coração apertadinho e ninguém o sabe. E aquela vontade enorme de chorar, que não posso prtilhar com ninguém, porque a minha vida já é partilhada, Mas isso fica no meu Interior..Por isso ouço esta musica, sei o que ela significou numa certa fase da minha vida e sei que vai estar sempre presente... Amo-TE muito, mas hoje doi-me tanto...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

De volta!

Um ano depois, e com muita pena minha ser só agora, aqui estou eu de novo! Com uma nova realidade, totalmente nova e de continua adaptação, prometo dedicar o mesmo tempo e atenção à blogosfera como dedicava quando vivia na "outra" realidade.

Inspirada pela minha Alicia Keys e depois de uma tarde fantastica a aproveitar sol, resolvi vir deixar um miminho a todos aqueles que, de certa forma, me seguem aqui (não que eu tenha grandes coisas e super interessantes para dizer!). As mais interessantes, prendem-se com as minhas férias, de inicio preciso daqui a 12 dias (ahahahah) e que têm como destino a alemanha e a holanda! Prometo deixar impressões e, quem sabe, fotos! Um beijinho enorme e um muito obrigado por todos os comentários!